Biblioteca Digital de Eventos Científicos da UFPR, III ENCONTRO DAS LICENCIATURAS REGIÃO SUL

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Proposta de atividade de lançamento parabólico por meio do ensino por investigação.
Patrik Arnoni Ramos Rieger, Jully Nogueira Ponticelli, Bruno de Sá Beckerle, Caroline Dorada Pereira Portela

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Última alteração: 11-10-2019

Resumo


Foi realizada com duas turmas de estudantes do primeiro ano do ensino médio integrado, do Instituto Federal do Paraná, Campus Paranaguá, uma atividade experimental investigativa sobre movimento parabólico conforme proposto por Carvalho (2013), onde os alunos deveriam encontrar quais das variáveis, deste tipo movimento, são responsáveis por determinar o alcance máximo de um projétil. A atividade desenvolvida pelos bolsistas do PIBID, com o a supervisão e auxílio do professor da turma, com objetivo principal de, por meio de uma abordagem investigativa, os estudantes determinarem qual a variável que influencia diretamente no alcance máximo do lançamento, com altura sendo de cima de uma mesa escolar. Para que os estudantes pudessem realizar a atividade proposta foi entregue a eles um lançador de carrinhos, trena, transferidor e um roteiro, onde ao final da atividade as equipes deveriam preencher um formulário para que os bolsistas pudessem fazer uma análise sobre a atividade e o aprendizado dos alunos. Durante a atividade foi possível observar que os alunos estavam bastante empenhados durante a sua realização, pois além de todos os integrantes das equipes estarem de alguma maneira envolvidos com a execução da atividade, foram percebidas poucas distrações, como por exemplo utilização do celular para outros fins que não fossem voltados à atividade. Foi possível notar que além da satisfação dos alunos pelo contato com uma aula diferente do cotidiano, todos os grupos conseguiram executar a atividade e chegar no valor do ângulo aproximado do verdadeiro, mesmo com poucas informações sobre a atividade houve êxito na execução, com isso sabe-se que de acordo com CARVALHO (2013), as capacidades cognitivas dos alunos foram exercitadas, portanto, tiveram conhecimentos além dos que os buscados pela atividade. Embora todas equipes conseguirem concluir com êxito a atividade, foi possível observar que alguns alunos tiveram mais dificuldade, porém não pelo seu conhecimento sobre física, mas sim sobre matemática, com isso nota-se uma defasagem entre alunos que frequentaram escola diferentes durante o ensino fundamental.


Palavras-chave


Física; investigação; ensino médio; PIBID

Referências


CARVALHO, A. M. P. Ensino de ciências por investigação: condição para implementação em sala de aula. São Paulo: Cengage Learning, 2013.


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